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Declaração de 1793


 
O Divino Espírito Santo.

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A DISTORÇÃO DOS AUTÊNTICOS

DIREITOS HUMANOS 

Novo Dicionário Revolucionário - IV

Mudar o significado e o conteúdo das palavras é uma artimanha para que a re-engenharia social seja aceita por todos sem protesto.
(Juan Claudio Sanahuja, na obra Poder Global e Religião Universal.)


9b. Ainda sobre ‘direitos humanos’. Um amigo e correspondente, Cláudio Peixoto, chamou-me a atenção de que a idéia hoje prevalente sobre os ‘direitos humanos’ não começou como pode transparecer de meu último artigo, com sua entronização na Carta da ONU, é muito mais antigo. Ele tem razão, e também quando acrescenta que "os ideais cristãos foram reduzidos a tríades como aborto-infanticídio-eutánasia, e promiscuidade-pederastia-pedofilia, revelando o caráter monstruoso dos 'direitos humanos'".

A Revolução Francesa adotou a Déclaration des droits de lhomme et du citoyen em 1789 baseada em conceitos derivados dos princípios filosóficos do Iluminismo, principalmente no Contrato Social de Rousseau e no espírito da chamada Lei Natural, que, para eles, rejeitava qualquer doutrina ou autoridade religiosa. Em princípio reconhecia o direito de propriedade, do direito de expressão e da soberania popular, contrastando com o ‘direito divino’ dos reis. No entanto, em 1793, nos albores do Grande Terror (la Terreur: 5 de Setembro de 1793 – 28 de Julho de 1794), uma nova Declaração foi elaborada, na qual se destacavam a igualdade e a proteção estatal:


‘Todos os cidadãos têm direito à ajuda pública, a sociedade tem uma dívida com cada cidadão e, portanto, tem o dever de ajudá-los. Os cidadãos têm o direito ao trabalho e a sociedade tem o dever de assistir aqueles que não podem trabalhar’.

O movimento ateísta iniciava sua campanha anti-religiosa com a finalidade de descristianizar a sociedade. Foi estabelecido o novo calendário e uma nova religião civil. Iniciou-se a destruição em larga escala de monumentos religiosos, foram proibidos os cultos públicos ou privados e a educação religiosa; os padres foram obrigados a abjurar seus votos e forçados a casar, a palavra 'santo' foi removida dos nomes das ruas. Entrou em vigor em 21 de outubro de 1793 um decreto que considerava todos os padres culpados, assim como quem os escondesse.

O clímax foi a celebração da ‘deusa’ Razão na Catedral de Note Dame em 10 de novembro. Milhares de pessoas foram guilhotinadas.

A Navalha Nacional

Robespierre condenou o culto à razão e seus defensores foram também guilhotinados. Tornou-se obrigatório o culto ao seu deístico e austero ‘Ser Supremo’, a ‘Virtude’, como culto oficial da Revolução.

É preciso ter sempre em mente que quando se fala de ‘direitos humanos’, está se falando daqueles falsos direitos originários da Revolução Francesa. Fico preocupado quando vejo cristãos liberais ou conservadores caírem na artimanha para a qual nos alerta Monsenhor Sanahuja (em epígrafe) e defenderem estes ‘direitos’. Pois eles começaram exatamente a destruir o direito de cada indivíduo ter suas próprias crenças, cultuar a Deus, principalmente os cristãos. Mudaram o significado e o conteúdo da palavra 'direito’ e quem hoje a usa desta forma, conscientemente ou não, chafurda na podridão deixada pela guilhotina, a ‘Navalha Nacional’ que servia para ‘limpar a Nação’.

Isto não significa ser reacionário, como alguns que querem retornar ao Ancien Régime e ao direito ‘divino’ dos reis, enterrando todo o legado do Iluminismo como destrutivo, negando todos os aspectos positivos na modernidade – como o direiro à liberdade de pensamento, que tampouco existia naquele regime antigo, e o conforto que hoje temos com as inovações tecnológicas derivadas da ciência. Estes aspectos positivos se encontram na visão dos Founding Fathers, os pais-fundadores dos Estados Unidos, na qual a razão não é cultuada, mas aceita como parte integrante do ser humano, assim como suas crenças.

Fonte: http://www.midiasemmascara.org e mariamaedaigreja.net

 

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