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Por que a Santa Missa é superior
aos cultos protestantes?


 
O Divino Espírito Santo.

www.obradoespiritosanto.com

 

Os protestantes em seus “cultos”, têm apenas palavras a oferecer a Deus. São realmente ouvidas muitas palavras, palavras e mais palavras, multiplicação de palavras, e muitos, mas muitos pedidos, carecendo de  agradecimentos e da verdadeira adoração.

Uma preocupação excessiva com as bênçãos de Deus, do que prestar o verdadeiro  culto de adoração ao Deus de todas as bênçãos, o que não acontece com a Missa Católica.

A Oração direcionada e de adoração a Deus, como acontece nas celebrações eucarísticas, evita uma oração e adoração vazia, egoísta e centralizada em nós mesmos. Veja o por que:


O Pai Nosso e os Salmos são belíssimas orações prontas que nos elevam a Deus. Por quê?

 

1 - A Oração-Modelo que Jesus forneceu aos seus discípulos ajuda-nos a reconhecer as coisas de importância ESSENCIAIS em nossas orações; (Mt. 6, 9-13)


2 - A repetição de uma oração como o Pai Nosso, os Salmos e o Credo Apostólico auxiliam aos fiéis a meditar melhor os mistérios da Fé;


3 - Induz nos fiéis o sentido de sagrado e da verdadeira adoração;


4 - Podem ser memorizadas pelas pessoas mais simples, iletradas, ou as que têm dificuldades em se expressar naturalmente.

 

A ORAÇÃO ESPONTÂNEA COM A MULTIPLICAÇÃO DE PALAVRAS TEM COMO PERIGOS:


1 - Se for a voz alta, e em grupo, ter o efeito pernicioso de envaidecer aqueles que a praticam com maestria.


2 - Facilmente, se a pessoa não tiver a fé bem consolidada, podem-se proferir orações sem ortodoxia, contrariando a doutrina e caindo em mero emocionalismo.


3 - A pessoa pode se perder em divagações vazias e desprovidas de sentido, apenas multiplicação de palavras também condenáveis por Cristo tanto quanto as vãs repetições, pois está escrito:

 

Mateus 6, 7: “Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras como fazem os pagãos, que julgam ser ouvidos a força de palavras.”


O católico, por outro lado, na Santa Missa adora a Deus!!!

 

O Sacrifício de Cristo na Cruz é oferecido a Deus na Santa Missa, que é este Sacrifício Perfeito tornado novamente presente (não repetido) de forma incruenta (sem mortes e derramamento de sangue).

 

Há palavras na Missa? Sim, por certo as há. Mas elas não são o centro da Missa, nem poderiam jamais ser. O centro da Missa é o Sacrifício, oferecido pelo sacerdote na Pessoa de Cristo em benefício de toda a Igreja.

 

O Sacrifício é o mesmo, quer seja ele ofertado em voz baixa e inaudível ou em alta voz. A voz não importa, as palavras não são apenas orações, não são apenas palavras de agradecimento, louvor e petição.

 

Já no século II, os que consagravam o vinho no Sangue de Cristo, São João Crisóstomo, por exemplo, dizia:

 

“Quando teus lábios forem tingidos pelo Sangue de Cristo, (…) toque em teus lábios após um momento de adoração e santifica-te todo”.

 

A Missa não é culto protestante

 

 

A mediocridade de tantos católicos ao lado da ignorância tem levado a mentira ter aparência de verdade. Sem contar aquilo que se levanta contra a Igreja e o Seu Cristo, a ponto de haver uma verdadeira zombaria diante dos Sacramentos.

 

O Senhor cuida da sua Igreja e Ele sempre vai dar à Igreja santos e santas, homens e mulheres cheios do Espírito Santo para guardar a verdade.

A nossa comunhão é com o Corpo de Jesus Cristo. Quando anunciamos mistério do Sacramento, é uma realidade que nem todos aceitam e fazem zombarias. É pela Igreja que nos alimentamos do Corpo de Cristo, e a Igreja será criticada, pois quando se zomba da Igreja, se zomba do Sacramento de Deus.

 

Jesus tinha o desejo de se doar a nós. Foi Ele mesmo que instituiu o Sacramento da Eucaristia, e, em cada Missa, a Igreja realiza esse mistério: quem transforma o pão em Carne de Cristo é o próprio Cristo.

 

 

Hoje, tentam destruir a moral da Igreja, pois querem denegrir a imagem do seu noivo, através de novelas, de livros, filmes... Estão zombando da moral de Jesus, estão colocando Jesus como humano somente. Jesus não é um homem qualquer, é Homem totalmente Divino; é Deus!

 

 

 

O sublime Sacramento não é pão, é Corpo de Cristo.

 

 

 

Nós, católicos, estamos vivendo um tempo muito difícil. Estão mexendo com o Esposo da Igreja. Falando mal da moral da vida de Jesus, fala-se mal da Igreja.

Eu e você sabemos que a Missa não é culto protestante. De maneira alguma se pode comparar um culto protestante com uma Missa. A Missa é o Sacrifício de Jesus no altar.

 

Católico que é católico não freqüenta os chamados ”cultos”.

 

O verdadeiro culto que existe é a Santa Missa, e nada, além disso, pode ser chamado de culto. E para ser chamado de culto é preciso ter um sacrifício, como no Antigo Testamento; precisa ter um sacerdote; precisa ter um altar; nem mesmo isso, que é o mais simples, eles têm. O que eles fazem são apenas louvores.

 

A Missa não é um culto, e sim, o Culto

 

Missa é o mistério sublime, a Missa é a renovação e atualização do único e eterno sacrifício de nosso Senhor Jesus Cristo. Nela alcançamos tudo que for para nossa salvação. Bendito seja seu preciosíssimo Sangue!

 

Se no antigo testamento o Sangue dos bodes, touros, cordeiro etc. expirava os pecados, muito mais o SANGUE DO CORDEIRO DE DEUS: Jesus Cristo.

 

Fazei isto em Memória de Mim (1Cor. 11,14)

 

MEMÓRIA NO ANTIGO TESTAMENTO


O significado das palavras de Jesus deve ser deduzido do Antigo Testamento que falam de memória (zeker) ou de recordar-se (zakar). É o conceito base da espiritualidade pré-cristã zkr (lembrar); não é apenas um “lembrar-se do passado”, mas é um lembrar-se eficiente, um acontecimento atuante e criativo.

 

Assim, Deus se lembra de determinadas pessoas e concede-lhes sua graça e misericórdia. “Quando Deus destruiu as cidades da planície, Ele se lembrou de Abrahão e retirou Lot do meio das catástrofes (Gn. 19,29).

 

“Então Deus se lembrou de Raquel; Ele a ouviu e a tornou fecunda.” (Gn 30,22).

 

Pelo fato de Deus recordar-se dos homens, surge situações novas, principalmente em favor das pessoas recordadas.

 

“Deus ouviu os gemidos do seu povo no Egito... Deus lembrou-se de Abraão, Isaac e Israel...” (Ex. 2,24; Lv. 1,42; Ez. 16,60).

 

De fato, os homens devem recordar de Deus com os seus benefícios. (Dt 5,15; 9,7; 32,7)

 

MEMÓRIA NO NOVO TESTAMENTO


No NT temos a visão de “memória e recorda-te”.

 

No cântico de Zacarias lê-se: “Socorreu Israel, seu servidor, recordando do seu amor.” (Lc 1, 68-79). 

 

Na passagem da conversão de Cornélio em (At. 10,4). O bom ladrão disse: ‘Jesus, lembra-te de mim, quando entrardes no teu paraíso (Lc. 23,42).

 

Quando Jesus se refere ao Espírito Santo, o lembrar não é estático, mas criativo; vem a ser o novo modo de conhecer as coisas passadas. “O Espírito vos recordará de tudo e vos lembrará de tudo que eu vos disse” (Jo. 14,26).

 

O mandato confiado a Jesus, a Igreja é confiado (1Cor. 11,24s).

 

Mandato da Ceia

 

Para os judeus, a Páscoa era um memorial (zikkaron), que torna presente ou atualizava a atuação do povo iniciada por ocasião da saída do Egito. Todos os anos, os judeus celebram a Ceia Pascal, recordando aquele acontecimento como se fosse vivendo ou como tivessem presente. (Ex. 13,8).

A idéia do passado que estivesse presente está em (1Cor 11,26). Esse anunciar é um acontecimento e algo já ocorrido. Jesus ao celebrar a Eucaristia, ofereceu como remissão dos pecados (Mt. 26,27; Mc.  14,24 e Lc. 22,19s).

 

Jesus quis que os discípulos repetissem os seus gestos (anánamises ou zikkaron), atualizando e tornando presente a Santa Ceio no Sacrifício do Senhor feito na sexta da paixão.


Conscientes de que estavam celebrando um memorial no sentido bíblico-judaico, os antigos repetiam a Ceia dos Cristãos retomando as preces de ação de graças.

 

É o memorial da paixão, acompanhada de bênçãos e louvores (berakot). É da ação acompanhada com bênçãos e louvores.

 

É dessa moldura da ação de graças, característica da Ceia Judaica, que provem o nome grego de Eucaristia.

 

Anamnese em cada Eucaristia


Na anamnese sempre foi à consagração Eucarística. “Fazei isso em Memória de Mim”. É memória e Sacrifício, e a memória equivale a mesmo e único sacrifício de Cristo; Memória equivale à oferta do Sacrifício do Corpo e Sangue de Jesus.

 

Não se trata de uma “recordação psicológica”, mas perpetua e torna presente o Sacrifício de Cruz (sem o multiplicar). Ela renova e multiplica sim, a CEIA DO SENHOR. Cristo ofereceu uma vez na Cruz, para que tornar-se presente tantas vezes quando celebramos a Ceia Eucarística.

 

Por isso que na Missa, os católicos reconhecem sua real presença de Deus, para que nós nos tornássemos presente em Jesus toda vez quando Celebramos a Ceia Eucarística.

 

A Eucaristia no contexto neo-testamentário:

 

João 6, 51:


“Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo.”

 

João, capítulo seis, versículo cinqüenta e um, é o discurso mais difícil que pregou JESUS; de fato é o mais controverso. JESUS já se havia declarado que Ele é o pão da vida: dias antes, JESUS já havia caminhado sobre as águas, desafiando todas as leis naturais (São Marcos 6, 45-52). Poucos momentos antes JESUS havia multiplicado os pães e os peixes (São Marcos 6, 35-43). Com estes dois fatos Jesus quer dizer a seus discípulos que Ele faz com o pão e os peixes o que quer (os multiplica); e com seu corpo também (caminha sobre as águas), ou seja, que tem poder sobre seu corpo e sobre os pães e os peixes.

 

Agora entra no mistério e proclama que sua carne é pão. Difícil? Ele não caminhou sobre as águas? Algo impossível para um homem! Não multiplicou os pães e os peixes? Algo impossível para um homem! Seguramente que sim, não para DEUS. Ele que tem poder sobre as leis naturais de seu corpo e dos pães, logo pode transformar seu corpo em pão. Nesta passagem JESUS fala claramente: o pão que vai nos dar é sua carne; aqui está explícito.

 

Esta frase está isenta de simbolismo, mas para esclarecer ainda mais vamos ao texto grego original:

 

1)- A palavra utilizada para definir carne é “sarx”, que em Grego quer dizer: “Carne, pedaço de carne, corpo, ser vivo, homem.” Vemos uma definição contundente de que JESUS utiliza uma palavra que denota corpo de carne; e que não é, de modo algum, uma metáfora. Fato que concordará com as palavras da última ceia. 

 

2)- Existem outras duas palavras em Grego para definir carne; uma é “Kreas” que quer dizer: “Pedaços de carne” e é utilizado quando se fala de ingerir carne em uma comida normal (Rom 4, 21; 1 Cor 8, 13)

 

3)-  “Sarkinos” que quer dizer “carnal” e é utilizado no sentido simbólico (Rom. 7, 14; 1 Cor 3, 1 ; 2 Cor 3, 3).

 

4)- A Sagrada Escritura nos mostrou que desde os tempos de Abraão se levavam sacrifícios de oferenda a DEUS para a remissão dos pecados.A Sagrada Escritura afirmou que estes sacrifícios são contínuos e diariamente até o fim dos tempos.

 

5)- No Antigo Testamento os sacrifícios sangrentos de animais serão substituídos por um novo sacrifício realizado com uma oblação pura. Na Nova Aliança Jesus Cristo é ambos: O Sumo Sacerdote e a Vítima de Sacrifício.

 

6)- O sacrifício de Jesus Cristo no Novo Testamento é uma representação não sangrenta de sua sangrenta crucifixão no Calvário. Ele é a oblação pura de Malaquías 1,11.

 

7)- Pão e vinho serão transubstanciados no Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, como Ele mesmo o fez na Última Ceia. O sacerdote autorizado atuando “en Personna Christi” chama o Verbo para que desça com sua palavra.

O pão e o vinho então são transformados na Sagrada Eucaristia pelo poder do Espírito Santo.

 

8)- Jesus Cristo ensinou que devemos comer Seu Corpo e beber Seu Sangue ou não teríamos vida em nós. Ele não disse que deveríamos comer símbolos de Seu Corpo e Seu Sangue. Um símbolo não é uma realidade, não tem poder, e não pode impor a vida espiritual.

 

9)- Aqueles que se negam a crer em Sua palavra, o têm chamado de mentiroso. Aqueles que participam da Sagrada Eucaristia e não crêem verdadeiramente que é Seu Corpo e Seu Sangue, tem atraído a eles mesmos sua própria condenação.

 

A profecia:

 

“Porque, do nascente ao poente, meu nome é grande entre as nações e em todo lugar se oferecem ao meu nome o incenso, sacrifícios e oblações puras. Sim, grande é o meu nome entre as nações – diz o Senhor dos exércitos.” (Malaquias 1,11)

 

Para eliminar qualquer má interpretação e confusão, faremos aqui algumas definições:

 

1) Sacrifício: É a forma mais elevada de adoração. Um sacerdote autorizado oferece uma vítima a DEUS como expiação pelos pecados da humanidade.

 

2) De todas formas, o sacrifício no Antigo Testamento era o holocausto de animais sem defeitos, mesmo por ser um sacrifício limitado, não podia reparar a infinidade de pecados da humanidade.

Holocausto: É a destruição total, especialmente através do fogo.

 

3) O sacrifício no Novo Testamento é um sacrifício infinito de redenção, o mesmo da qual o débil e limitado ser humano nunca pôde remediar. Era necessário o próprio DEUS infinito, para assim expiar as infinitas ofensas cometidas contra Ele pelas desobediências da humanidade.

 

4) Jesus, o Cristo, é a Vítima de sacrifício; o infinito sacrifício: 1Coríntios 5, 7; Efésios 5, 2; 1Pedro 1, 19; 1João 2, 2; Apocalipse 13, 8.

 

5) Oblação: É o ato de oferecer algo a DEUS em adoração e/ou em ações de graças. É a oferenda do pão e vinho na Missa que pela

transubstanciação se converte no Corpo e Sangue de Jesus Cristo.

 

 

6) Ação de Graças: A palavra grega utilizada para ação de graças no Novo Testamento é “eukharistia”, de onde se deriva a palavra Eucaristia.

 

O Salvador não quis que o seu Sacrifício sangrento, de onde nasceu a Igreja, permanecesse entre nós apenas como uma lembrança longínqua, a ser atingida pela fé.

 

Foi vontade sua perpetuar esse Sacrifício ao longo do tempo, tornando-o presente a cada instante que passa a história do mundo. Assim como o Verbo nos poderia ter salvado sem a Encarnação redentora, e, entretanto quis salvar-nos pelo contato da sua Carne e aspersão do seu Sangue, assim decretou continuar a pôr a sua Carne em contato com a nossa e aspergir-nos com seu Sangue de modo sacramental no Sacrifício da Missa.

 

O motivo de tal vontade não foi, de certo, a ineficácia e imperfeição do Sacrifício da Cruz. Perfeito e acabado em si, logo definitivo, resta-lhe, todavia a ser aplicada a virtude, pessoalmente, a cada homem que aparece no mundo. Nesse sentido podia São Paulo falar no que faltava à Paixão de Cristo e que ele mesmo completava pelo Corpo de Cristo que é a Igreja (Col. 1, 24).

 

Ora, nada falta à Paixão de Cristo a não ser a nossa participação individual. Resta, portanto, esta aplicar-se a cada criatura humana, em todos os tempos e lugares (Mediator Dei, n. 72-73). Resta ainda que o culto perfeito, uma vez rendido ao Altíssimo, no Calvário, perdure no tempo, pois que ele é devido todos os dias a todos os homens.

 

Nosso Senhor com o “Está consumado” diz que o seu sacrifício estava consumado e este sacrifício não salva ninguém, mas redime o gênero humano.

 

A redenção, ou salvação objetiva, abre novamente as portas do Céu para o gênero humano. Mas a salvação subjetiva, ou simplesmente salvação, depende de nossa participação no sacrifício supremo.

 

Para assegurar, pois, a presença perpétua de seu único e definitivo Sacrifício sangrento, o Senhor, na véspera de padecer, instituiu o Sacrifício não-sangrento, a Missa.

 

No Cenáculo, o rito era representação antecipada da imolação da Cruz, depois, passou a ser representação comemorativa dela.

 

 

 

ALGUNS ESCLARECIMENTOS:

 

 

 

1) Missa não é lugar para longas cantorias: “Como Zaqueu...” : o nome disso é culto protestante; Missa é outra coisa muito superior a isto!!!.

 

2) Missa não é lugar para apresentações artísticas: o nome disso é Teatro; Missa é outra coisa.

 

3) Missa não é lugar de usar sandálias havaianas e roupas curtas: o lugar disto é na praia; e não na celebração da Santa Missa.

 

4) Missa não é lugar de falar do Bolsa-Família e discursos Socialistas: o nome disso é propaganda político partidária; Missa é outra coisa imensamente  superior a isto.

 

5) Missa não é lugar pra dançar ballet com roupas obscenas: o lugar  disso pode ser em qualquer canto, menos na Missa; imagina isso lá no Calvário???...

 

6) Missa não é lugar para Africanização ou Gauchismos da liturgia:  isto não é Missa, é outra coisa: é folclore.

 

 

Fonte: Texto recebido do internauta Marcelo Brandão, São Paulo (SP)

 

 

 

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