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papa Bento XVI:

Papa pede novo estilo de vida e investimentos contra a fome

16/10/2009 O papa Bento XVI afirmou que, para garantir a segurança alimentar mundial, é necessário modificar os estilos de vida e de pensar, e que a fome só será derrotada com a promoção do desenvolvimento agrícola nos países mais pobres e o investimento em infra-estruturas rurais.

O papa deu estas declarações em mensagem enviada ao diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), Jacques Diouf, por ocasião do Dia Mundial da Alimentação 2009, divulgado pelo Vaticano.

Bento XVI ressaltou a "urgência e a necessidade" de intervir para que se garanta "o pão diário" a todos os que não têm em muitos países, e acrescentou que garantir a pessoas e povos a possibilidade de derrotar o flagelo da fome "significa garantir uma alimentação saudável e adequada, um direito da vida".

Já que o lema da FAO para a ocasião este ano é "Conseguir a segurança alimentar em tempos de crise", o papa disse que é preciso considerar o trabalho agrícola como elemento fundamental da segurança alimentar e que, por isso, a agricultura deve ter um nível suficiente de investimentos e recursos.

O papa destacou que são necessários, além disso, comportamentos "responsáveis" para favorecer essa segurança e pensar nas gerações futuras.

"Conseguir esses objetivos exige uma mudança nos estilos de vida e nos modos de pensar. Obriga a comunidade internacional e a suas instituições a intervir de maneira mais adequada. Peço que essa intervenção proteja os métodos de cultivos próprios de cada área e evite um uso desconsiderado dos recursos naturais", afirmou.

Fonte: Terra Notícias.

 

Total de 53 milhões de pessoas passará fome na América Latina em 2009, diz FAO

 

14.10.2009 - Um total de 53 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe passará fome em 2009, devido à alta dos preços dos alimentos e à crise financeira global, segundo um relatório publicado hoje pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês).

 

O documento aponta que a crise de acesso aos alimentos "persiste e se aprofundou" nos últimos três anos. Em 2009, 6 milhões de pessoas a mais passarão fome na região, em comparação com 2008.

 

"Éramos a única região do mundo que estava progredindo na redução da fome até 2005 (...)", disse o diretor da FAO para a América Latina e o Caribe, o brasileiro José Graziano, que esclareceu que a região não sofre de escassez em alimentos, mas que as oportunidades de acesso a eles são restritas.

 

Segundo Graziano, de 2006 a 2008, o número de pessoas desnutridas aumentou de 45 para 47 milhões, devido a um "aumento rapidíssimo" dos preços dos alimentos, que afetou, principalmente, a população mais pobre.

 

Durante o último ano, auge dos efeitos da crise econômica, a quantidade de desnutridos seguiu aumentando na região, sobretudo devido à alta do desemprego e à ausência de programas sociais para enfrentar o problema.

 

Apesar dos números negativos, Graziano se mostrou convencido de que a fome poderá ser erradicada na América Latina e no mundo dentro de um prazo que vai até 2025, embora seja necessário incorporar a luta contra a desnutrição nas políticas públicas dos países.

 

Fonte: Terra notícias

 

 

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